Aí vai o primeiro sambinha de 2006.
Toda vez que eu canto um samba
Alegria me invade
Que felicidade
Improvisar com os meus cumpádis
A mocidade feliz
E a batucada caprichada, anima a rapaziada
Põe todo mundo a cantar
Antigamente não era diferente
O samba é uma corrente
Que nunca vai se quebrar
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Poucas coisas são tão emocionantes como estar em uma roda de samba. Cantar com gosto, soltar a voz, batucar e sambar. Improvisar nos versos, fazer aquele coro bonito... Como é bonito o violão fazendo o bordão e o cavaquinho segurando a cozinha... As baixarias do violão e o floreado do cavaco, isto é o fino da música popular universal.
A cozinha é a alma. Tamborim e agogô. Pandeiros. O surdo, o coração do samba. A cuíca, o diferencial. O atabaque, que nos traz às raízes do batuque, às raízes africanas. O ritmo brasileiro é mágico, tem feitiço.
É por isso que eu vivo no samba.
E relembrando Paulinho, “Eu canto samba porque só assim eu me sinto contente, eu vou ao samba porque longe dele eu não posso viver...”
Ilustração: Denise Carlos Pereira de Carvalho
segunda-feira, fevereiro 06, 2006
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2 comentários:
"há muito tempo eu escuto esse papo furado dizendo que o samba acabou, só se foi quando o dia clareou"...
Pode contar comigo ao seu lado Dé.
O samba faz tanta parte de nossa vida que já não dá mais para pensar em viver sem ele.
Então aproveitemos e sejamos felizes!
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